BAR DO FERREIRA
O ‘sujinho’ mais limpo do Leblon.
Inaugurado há mais de 30 de anos no Leblon, o Bar do Ferreira segue como um dos tradicionais estabelecimentos da região. No fim de 2009, a casa passou por uma reforma que deu novos ares ao forro e também para a fachada (q.v.).
Os clientes assíduos optam pelas tradicionais cervejas de garrafa nacionais ou também pelo chope Brahma. Entre os petiscos mais pedidos, caldinho de batata-baroa com gorgonzola, croquete de carne assada e escondidinho de carne-seca são os petiscos mais pedidos do estabelecimento.
A marca registrada do estabelecimento é a caldeirada de frutos do mar, que devido ao sucesso passou a ser servida todos os sábados.
Os clientes assíduos optam pelas tradicionais cervejas de garrafa nacionais ou também pelo chope Brahma. Entre os petiscos mais pedidos, caldinho de batata-baroa com gorgonzola, croquete de carne assada e escondidinho de carne-seca são os petiscos mais pedidos do estabelecimento.
A marca registrada do estabelecimento é a caldeirada de frutos do mar, que devido ao sucesso passou a ser servida todos os sábados.
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Crônica de Juarez Becoza (Rev. Rio Show (5/2/2010)
Inaugurado em 1974, o estabelecimento passou por uma reforma no fim de 2009. Após a retirada de um forro de gesso, a casa teve o pé-direito ampliado e a fachada renovada. Tábuas atravessadas em quatro das cinco portas servem como balcão para cascos de cerveja. No cardápio, figuram croquete de carne assada, escondidinho de carne-seca, o clássico sanduíche de pernil, entre outras opções.
Desde o início de 2010, o bar está sob o comando de Paulo Ferreira, herdeiro do dono da casa.
Nos anos 80, quando ainda era setorista de polícia num extinto matutino carioca, morei numa quitinete no Leblon. Ficava em frente a um boteco muito popular, daqueles que o morador mesmo quase nunca dava as caras. Era a birosca dos porteiros, das domésticas, dos motoristas. E de um ou outro aventureiro como eu.
Hoje, quase 30 anos depois, recebo a notícia de que o Bar do Ferreira, na esquina da João Lira com a Humberto de Campos, passou por ampla reforma. Fui lá correndo visitar. Por sorte, a mudança não ficou a cargo de nenhuma dessas novas redes gastronômicas (apesar de muitas terem tentado comprar o excelente ponto). Neste caso, foi o próprio Paulinho, filho do seu Ferreira, quem assumiu o negócio, após a aposentadoria do pai.
Pois o Paulinho, caro leitor, transformou o desgastado bar num boteco bacana. Um dos poucos pés-sujos reformados da cidade que não ficaram com cara de banheirão — nem de barzinho paulistóide. O novo Ferreira ficou foi limpo e asseado, mas manteve-se botequim: simples, popular e muito carioca.
Quem navega o balcão é o próprio Paulinho, com a ajuda de um gerente, três garçons e dois cozinheiros. Fazem quitutes interessantes, como o “perdidinho” de camarão e as bolinhas de carne-seca com aipim. Há um bom sanduíche de pernil e o croquete é de carne assada de verdade.
A esquina que o emoldura por si só já faz do salão do Ferreira um lugar agradável. Mas agora, pranchas de madeira inteligentemente atravessadas nas portas fazem da entrada do velho sobrado um verdadeiro balcão ao ar livre. Ideal para fumantes e apreciadores das flores que flanam nas calçadas do Leblon. Aliás, já tinha até esquecido. Valha-me, Nossa Senhora de Fátima...
Desde o início de 2010, o bar está sob o comando de Paulo Ferreira, herdeiro do dono da casa.
Nos anos 80, quando ainda era setorista de polícia num extinto matutino carioca, morei numa quitinete no Leblon. Ficava em frente a um boteco muito popular, daqueles que o morador mesmo quase nunca dava as caras. Era a birosca dos porteiros, das domésticas, dos motoristas. E de um ou outro aventureiro como eu.
Hoje, quase 30 anos depois, recebo a notícia de que o Bar do Ferreira, na esquina da João Lira com a Humberto de Campos, passou por ampla reforma. Fui lá correndo visitar. Por sorte, a mudança não ficou a cargo de nenhuma dessas novas redes gastronômicas (apesar de muitas terem tentado comprar o excelente ponto). Neste caso, foi o próprio Paulinho, filho do seu Ferreira, quem assumiu o negócio, após a aposentadoria do pai.
Pois o Paulinho, caro leitor, transformou o desgastado bar num boteco bacana. Um dos poucos pés-sujos reformados da cidade que não ficaram com cara de banheirão — nem de barzinho paulistóide. O novo Ferreira ficou foi limpo e asseado, mas manteve-se botequim: simples, popular e muito carioca.
Quem navega o balcão é o próprio Paulinho, com a ajuda de um gerente, três garçons e dois cozinheiros. Fazem quitutes interessantes, como o “perdidinho” de camarão e as bolinhas de carne-seca com aipim. Há um bom sanduíche de pernil e o croquete é de carne assada de verdade.
A esquina que o emoldura por si só já faz do salão do Ferreira um lugar agradável. Mas agora, pranchas de madeira inteligentemente atravessadas nas portas fazem da entrada do velho sobrado um verdadeiro balcão ao ar livre. Ideal para fumantes e apreciadores das flores que flanam nas calçadas do Leblon. Aliás, já tinha até esquecido. Valha-me, Nossa Senhora de Fátima...
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EMBALO BAR
Chefs e críticos elegeram a Rua Dias Ferreira, no Leblon, como a referência gastronômica da Zona Sul. Com diversos restaurantes, alguns até muito chiques e uma culinária diversificada, a rua atrai muita gente todos os dias. Mas, em meio a tanta novidade, um boteco resiste a tanta sofisticação. Há 28 anos no bairro, Ivan Teixeira, dono do Embalo Bar, aposta na simplicidade do cardápio e no atendimento especial para conquistar a freguesia.
- Garanto que vem gente de longe comer meu bolinho de bacalhau e tomar minha batida de maracujá. O meu diferencial é a amizade e o respeito com que trato todos os clientes. Aqui todo mundo é igual, independentemente do grau de instrução - afirma o comerciante, que já teve como cliente o ex-presidente João Batista Figueiredo. (Tradição fala mais alto in Bairros.com)
- Garanto que vem gente de longe comer meu bolinho de bacalhau e tomar minha batida de maracujá. O meu diferencial é a amizade e o respeito com que trato todos os clientes. Aqui todo mundo é igual, independentemente do grau de instrução - afirma o comerciante, que já teve como cliente o ex-presidente João Batista Figueiredo. (Tradição fala mais alto in Bairros.com)